

Ao olhar para trás, Lívia mal consegue reconhecer a mulher que costumava ser antes de seu atual relacionamento. O cansaço físico e mental virou rotina, e a dúvida agora ecoa em sua mente. À medida que sua vida vai, revela as rachaduras de um amor idealizado, ela se vê presa em um labirinto de questionamentos, tentando entender se o problema está nela ou nas atitudes dele. Um retrato cru e sensível sobre a perda de si mesma e a linha tênue que separa o afeto da opressão, e a pergunta que ela sempre faz: Isso é amor?