

Uma fricção entre o Renascimento e a Contemporaneidade.
Lisa (2013) é uma videoperformance experimental de Alexandre Mury que estabelece uma fricção entre o corpo contemporâneo e a persistência histórica das imagens. Partindo da Mona Lisa de Leonardo da Vinci, a obra habita o território instável entre autorretrato, transformação performática, apropriação e ritual, investigando as relações entre identidade, representação e memória cultural.